Abril 2007


Strange bedfellows: McDonald’s, Greenpeace, and the Amazon rainforest

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Strange bedfellows: McDonald’s, Greenpeace, and the Amazon rainforest

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Here’s an article in the Washington Post about our campaign against Amazon destruction through soy plantations. Some of you may remember us locking horns with McDonald’s in the “McAmazon” campaign; this is a nice glimpse of what was going on…  Read more »

 

Amazon soya campaign wins BBC food gong

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Amazon soya campaign wins BBC food gong

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Usually, winning a campaign is good enough in itself but winning an award on top of that has to be the cherry on the cake. Or, in this case, the sesame seeds on top of a squishy white bun…. Read more »

 

Cyberactivists help save Amazon Rainforest

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Cyberactivists help save Amazon Rainforest

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After a lot of pressure from Greenpeace supporters who sent e.mails and letters, McDonald’s has decided not use to chickens that have been fed on soy grown in the deforested areas of the Amazon rainforest. Well this is really… Read more »

 

KFC = Klearing Forest for Chickens

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KFC = Klearing Forest for Chickens

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As we revealed in early April, McDonald’s have been implicated in the clearance of the Amazon rainforest to grow soya for animal feed and, thanks to the thousands of emails and letters you sent, they’re talking to us about… Read more »

 

Amazonia is burning for our food

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Amazonia is burning for our food

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© Greenpeace / Andreas Varnhorn 28 May 2006, Frankfurt, Germany “Amazonia is burning for our food”. 300 Greenpeace activists covering 2000 trees with flame posters to demonstrate against destructive logging for soya plantations in the Brazilian Amazon area…. Read more »

 via Greenpeace Weblog

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Internauta será processado por defender extermínio de índios no Orkut

O MPF (Ministério Público Federal) do Pará denunciou na quarta-feira (28) o portuário Reinaldo Almeida dos Santos Júnior, de Belém, pela prática e disseminação de preconceito contra indígenas.

As manifestações racistas foram feitas no site de relacionamentos Orkut. Caso condenado, ele terá que cumprir pena de dois a cinco anos de reclusão e pagar multa.

Santos Júnior defendeu por diversas vezes o extermínio de povos indígenas eEntre dezembro de 2004 e janeiro de 2005. As mensagens foram publicadas na comunidade “Índios… eu consigo viver sem”.

“Deveríamos matar todos e passar a estudar a sua história”, escreveu o internauta. Em 17 de março do ano passado, a comunidade contava com 69 integrantes. A representação contra a comunidade foi feita ao MPF em 2004, pela Funai (Fundação Nacional do Índio).

A partir daí, a Procuradoria da República em São Paulo investigou informações dos perfis dos integrantes da comunidade virtual e conseguiu, na Justiça Federal, a quebra do sigilo de dados do site de fotolog do internauta.

in Folha Online e Portal ORM

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via Corrêa Neto

Documentário produzido no Amapá mostra o cotidiano de quem mora nas regiões mais afastadas, que têm como principal meio de comunicação um programa de radio que existe há quase 60 anos.

Desde a sua estréia, o Programa Alô, Alô Amazônia, levado ao ar diariamente pela Rádio Difusora de Macapá, funciona como um elo entre os moradores das regiões ribeirinhas — onde o rádio é o principal meio de comunicação — e quem mora em Macapá, a capital do Amapá.

Os moradores do interior do Amapá e os municípios marajoaras de Breves e Chaves têm um compromisso inadiável todas as tardes com o programa, que é um dos mais antigos do rádio amapaense e se tornou uma espécie de pombo-correio eletrônico.

É a voz do interior retratada em mensagens de todos os tipos: são recados de saudade, notas de falecimento, cobranças, felicitações de aniversário, além de outras facetas do cotidiano ribeirinho. São mensagens por vezes íntimas, pessoais, que em boa parte, só se tornam públicas pela necessidade de comunicação.

É esta voz do interior que está sendo levada para as telas por meio do documentário “Alô, Alô Amazônia”, dirigido por Gavin Andrews, que conta com festa de lançamento no Teatro das Bacabeiras, dia 16 de março as 19h30. O projeto é o representante amapaense da terceira edição do Doctv e mostrará histórias curiosas de quem mora nas comunidades ribeirinhas, isoladas e de difícil acesso, tendo como pano de fundo as mensagens divulgadas pelo programa de rádio.

“Seja para anunciar a chegada de um familiar ao seu vilarejo ou convidar a vizinhança para a festa da padroeira local, o programa tem o papel fundamental de unir as pessoas mais distantes da região”, afirma Andrews. Para o diretor, as filmagens do longa-metragem funcionaram como uma espécie de viagem de descoberta dos hábitos, cultura, cotidiano e, em especial, das dificuldades enfrentadas diariamente pelo povo ribeirinho. No rio Canivete em Breves/PA, por exemplo, a equipe ouviu o relato de uma criança atingida por paralisia infantil, ainda este ano; a vacina não havia chegado.

Mas o filme não é um documento denúncia. “Fomos atrás de mensagens as vezes curiosas, outras vezes aparentemente banais, e contamos muito com o fator surpresa. Cada viagem, cada personagem que a gente encontrava dava sempre uma nova direção para o filme, uma nova visão de como perceber o cotidiano tão peculiar do caboclo”, conta o cineasta. O filme, registrado em vídeo de alta definição, captou momentos do dia a dia, festas religiosas e profanas, histórias de saudades ou de um ente querido que não dá notícias há muito tempo, a forma de lidar com a distância e o isolamento. A grande surpresa foi o surgimento, em diversos momentos, de mensagens de consciência e otimismo pelo futuro da Amazônia.

Este é o segundo documentário realizado no Amapá com os incentivos do programa Doctv. O filme estreia em cadeia nacional no TV Cultura dia 1 de abril as 23h00, e entra em cartaz no Cine Líbero Luxardo em Belém dias 6-8 de abril, com lançamento dia 30 de março as 18:00h.
Vejam o Trailer:

Informações: filmes@castanha.org
(96) 9114-3456
http://www.castanha.org

Foto: José Miguel Gomez/Reuters – Alan Garcia é dos poucos que não reconhece o flagelo que assola o Peru

 

Associação de defesa dos direitos humanos faz exigência

O Peru tem de proteger as tribos da Amazónia

por Pedro Chaveca

 

Os indígenas que vivem nas mais recônditas florestas peruanas têm sido dizimados pelos madeireiros ilegais. As principais razões são as doenças, escravatura e agressões.

 

A Comissão Inter-americana para os Direitos Humanos (CIDH) fez um ultimato ao governo peruano. Nessa exigência ficou explicito que Lima têm a obrigação de proteger as tribos de indígenas da Amazónia dos madeireiros ilegais.

A CIDH não está optimista com a situação de devastação que se vive no “pulmão da Terra” e acredita que esse cenário justifica medidas radicais. Assim, foram dadas ao Peru duas semanas para que avançasse com medidas efectivas de protecção às populações em perigo.

Se Lima não concretizar estas medidas ou se elas forem ineficazes, o país sujeita-se a pesadas sanções económicas.

A mesma associação humanitária admite que se o Peru criou de uma forma bem sucedida, reservas onde as comunidades indígenas vivem em isolamento voluntário, o mesmo não aconteceu para proteger essas mesmas comunidades dos madeireiros ilegais. As florestas são assim impunemente devastadas em busca do precioso mogno e os índios, parte integrante do ecossistema, acabam por morrer juntamente com as suas árvores amadas.

Apesar de alguns líderes tribais confirmarem já terem sido mortos vários madeireiros pelas populações indígenas, a realidade é muito mais dramática para os locais do que para os criminosos. As causas da morte dos índios são essencialmente causadas pela escravatura, violência e especialmente por doenças para as quais eles não têm imunidade.

Alan Garcia olha para o lado

O avanço agressivo por parte da indústria madeireira, legal e ilegal, já obrigou muitas tribos a procurar refúgio em zonas da Amazónia mais perto das fronteiras com o Brasil e Bolívia.

Este negócio ilegal e extremamente lucrativo tem tido como principal importador os Estados Unidos. O Congresso americano, hoje maioritariamente democrata, já se negou a ratificar um novo acordo comercial com o Peru. Um porta-voz do congresso deixou isso bem patente, “não podemos assinar este tratado sem que antes sejam feitas algumas alterações, entre elas o reforço das leis que combatem o tráfico da madeira de mogno”.

Alan Garcia, o Presidente peruano é que parece não estar de acordo com toda esta polémica. Garcia no início da semana afirmou que a madeira de mogno que deixa o país, ilegalmente ou não, “era insignificante”.

Os ambientalistas e activistas de associações dos direitos humanos viram nestas declarações apenas a confirmação de muitas das suas suspeitas. Estas associações acreditam não haver qualquer motivação governamental nem politica em resolver os problemas das populações indígenas ou em impedir o comércio ilegal de madeira.

in O Expresso

Linha de produtos utiliza ingredientes como açaí, cupuaçu e castanha; empresa compra óleo orgânico de indigenas Kayapós para preservar a floresta.

Os cuidados com o meio ambiente também passam pela utilização de produtos destinados à beleza e a saúde. Se os alimentos orgânicos já fazem parte da mesa em todo o mundo, o mercado também oferece boas opções de cosméticos com selo orgânico, elaborados com técnicas de produção 100% sustentáveis do ponto de vista ambiental.

A Beraca Ingredients lidera a produção e a distribuição de especialidades brasileiras para o mercado da cosmética, farmácia e fragrância. A companhia brasileira celebrou em 2006 seu 50o aniversário, fortalecendo-se como uma empresa especialmente voltada à valorizar a biodiversidade amazônica em parcerias com comunidades extrativistas e governos locais.

A lista de produtos 100% orgânicos (selo Ecocert) inclui o óleo refinado de açaí. O extrato de açaí (esfoliante natural) é o lançamento da empresa na In Cosmetics (em Paris) – com uso versátil na cosmética, é o fruto mais rico em anti-oxidantes que se conhece.

A linha de produtos com certificação da Rain Forest Specialties® ( selo FSC – Conselho de Manejo Florestal) é produzida de maneira sustentável e composta de óleos e manteigas vindos da biodiversidade brasileira. Entre os produtos utilizados na fabricação desses produtos estão o açaí, a andiroba, o cupuaçu, a copaíba e a castanha.

A linha Active Performance Systems® possui 4 produtos desenvolvidos com tecnologia própria para retirar da natureza os principais ativos de beleza. Os processos totalmente naturais de transformação garantem a saúde e o bem-estar.

Atualmente, cerca de 30% da produção segue para países como França, Japão, Austrália e China. No Brasil, o principal comprador é a Natura, que absorve 35% do que produz a empresa. Na Natura, 58% dos ingredientes amazônicos provém da Beraca Ingredients.

O Programa de Valorização da Biodiversidade Brasileira da empresa tem como base a organização da cadeia produtiva junto aos parceiros florestais, valorizando a rastreabilidade do produto ofertado, o que se traduz em segurança e qualidade.

O óleo de castanha orgânico é comprado integralmente dos indíos Kayapó (localizados no sul do Pará). A quantidade produzida pela reserva já permitiu sua inserção do produto no mercado. A demanda da castanha é para o mercado de skin care: cremes anti-envelhecimento. A castanha amazônica tem alto poder de hidratação e é um anti-oxidante natural poderoso.

In Cosmetics 2007 – A Beraca Ingredients participa da maior feira internacional de matérias-primas e ingredientes para a indústria cosmética, de cuidados pessoais e higiene. O evento ocorre anualmente, revezando-se nas principais cidades da Europa aproximando fornecedores, produtores e profissionais do marketing.

A feira é a principal plataforma de inspiração e estímulo para o desenvolvimento de novos produtos – na In Cosmetics lançam-se tendências e inovações tecnológicas destinadas à indústria do setor.

A cada ano um tema é levantado para direcionar o evento. Em 2007, o In Focus Aphrodisia vai mobilizar as discussões em torno dos cinco sentidos, lançando mão de fragâncias, cores e texturas como modos de acordar o desejo sexual. Ou melhor, ‘Exploring Sexual Desire in the World of Beauty’.

In Cosmetics 2007, de 17 a 19 de abril de 2007, às terças e quartas das 10h às 18h, e quintas das 10h às 17h, no Hall 4, Porte de Versailles – Paris | www.in-cosmetics.com/page.cfm/link=169

É crime contra a segurança nacional o vídeo da Arkhos Biotech defendendo a privatização da Amazônia. A pena: reclusão, de 4 a 20 anos, prevê a Lei 7.170/83
por CHICO ARAÚJO
Um crime contra a soberania nacional. É o que cometeram os dirigentes da Arkhos Biotechonology e os responsáveis pela produção de um vídeo de 1’25’’, postado no site da empresa, no qual é defendida abertamente a privatização da Amazônia brasileira. O crime é tipificado no artigo 9º, da Lei 7.170, de 14 de dezembro de 1983, que define os crimes contra a segurança nacional, a ordem política e social. A pena: reclusão, de 4 a 20 anos.

No vídeo, o diretor sênior de marketing da Arkhos, Allen Perrell, incorre em vários crimes tipificados na Lei 7.170. O principal deles é contra o artigo 9º, que prevê reclusão de até 20 anos para quem “tentar submeter o território nacional, ou parte dele, ao domínio ou á soberania de outro país”. A atitude de Perrel se enquadra nessa norma quando diz, no vídeo, que a “Amazônia não pertence a nenhum país. Pertence ao mundo”. Ou seja, a peça publicitária não reconhece a autonomia do Brasil sobre a região amazônica, e ainda incita à pessoas à tentativa de submeter o território nacional ao domínio estrangeiro. Advogados consultados pela Agência Amazônia reconhecem que o crime se configura em várias partes do vídeo. De acordo com um deles, o atentado á soberania do Brasil fica claro quando Perrel apela: “ajudar-nos a comprar a Amazônia não é apenas uma ótima oportunidade de investimento. Pode ser a única maneira de salvar a floresta da extinção total”. Além do crime contra a soberania, o vídeo da Arkhos Biotechonology incite à pratica de estelionato, na medida que põe à venda uma patrimônio (a Amazônia, no caso) que não pertence à empresa. Outro fato grave levantado pelos advogados é o de a empresa afirmar estar localizada em território brasileiro. No site, a Arkhos diz que desenvolve atividades na região de Itacoatiara, no Amazonas. Nesse caso, a empresa e os autores do vídeo cometem crime previsto no artigo 10º da mesma lei, que é “aliciar indivíduos de outro país para invasão do território nacional”. Esse intento fica explicito quando Perrel, em tom dramático, afirma que a proteção privada da Amazônia deve ocorrer porque “os países (no caso o Brasil) que deveriam tomar conta dessas riquezas não estão à altura da tarefa”. A pena, nesse caso, varia de 3 a 10 anos de reclusão. O vídeo fere, também, o artigo 22 da lei, que proíbe a propaganda pública contra a ordem política e social. Esse fato é observado em vários trechos, principalmente quando diz que a Amazônia deve passar ao controle privado.

Conheça a Lei AQUI 

O vídeo da Arkhos vendendo a Amazônia rende polêmica. Publicações nacionais correm o risco de passar ao largo de uma postura criminosa e inaceitável
por MONTEZUMA CRUZ

BRASÍLIA – O vídeo da Arkhos Biotech vendendo a Amazônia rende polêmica na rede. Virou assunto de jornais, emissoras de rádio, blogs e sites. Seria diferente? Não. Contudo, alguns procuram minimizar uma reportagem e abafar o pronunciamento de respeitados parlamentares.

Algumas publicações do eixo Rio-São Paulo perguntam: falso ou verdadeiro? Correndo o risco de passar ao largo de uma postura criminosa, inaceitável, repugnante. Pode-se oferecer a presunção de inocência a quem estaria brincando com fogo, consciente de que traz prejuízos internos e externos ao País?

Um vídeo pernóstico e perigosíssimo, com ares de didático, está em cena no mesmo instante em que o site Amazônia para sempre faz circular o sempre meritório Movimento Amazônia Para Sempre, sem fins lucrativos e que coleta assinaturas eletrônicas para denunciar o desmatamento na região. No mesmo momento em que se estudam detalhadamente as águas do Xingu, com o uso de imagens de artistas e modelos. Na mesma hora em que ONGs ditas de conservação prospectam minérios e roubam insetos e plantas do território indígena. Na mesmíssima hora em que alguns governantes dilapidam o patrimônio regional, incluindo-se o rico subsolo mineral.

Mesmo que fosse uma arte de criança, não se aceita jogar a sujeira de um Arkhos para baixo do tapete, ou da lixeira cibernética. Por quê e para quê?

Paralelamente ao famigerado Arkhos, seja qual for a origem, o conteúdo e o feitio lingüístico do seu site, vemos situações positivas campeando nas caixas postais e nos monitores. O site Amazônia para sempre, autor de uma delas, tem repudiado a comemoração do “menor desmatamento da Floresta Amazônica dos últimos três anos: 17 mil quilômetros quadrados, quase a metade da Holanda”. “Quando se desmata 16%, isso equivalente a duas vezes a Alemanha e três vezes a área do Estado de São Paulo”, adverte o site.

Noticiar e opinar com seriedade são direitos inalienáveis de quem está na internet com boas intenções, acredita-se. E há bem intencionados, felizmente.

No entanto, assessores ministeriais sugerem à Agência Amazônia que se cale “para não espantar a lebre”.

O que choca não é o fato, mas a sua publicação.

O senador Arthur Virgílio está certo ao revelar o caso no Congresso, seja a empresa fictícia ou não. De outro lado, convida à reflexão este apelo, contido na página do laboratório em discussão: “Deixar a Amazônia nas mãos dos sul-americanos é condená-la à extinção rapidamente. Ao propiciar ao mundo a chance de intervir no destino da floresta, a humanidade pode estar dando o único passo possível para salvar a Amazônia”. Isso cheia a rapinagem em essência.

Há exemplos de preocupação na rede que merecem o reconhecimento público. Não fosse uma campanha bem feita pelo Grupo de Trabalho Amazônico (GTA), o cupuaçu estaria hoje nas mãos da Asahi Foods, do Japão. Não houvessem as manifestações a respeito daquele dito mapa de uma “Amazônia Internacional, dividida” — entre os quais este escriba se inclui — também não se chegaria à origem daquela história. E fomos à raiz do dito cujo. A história, todos sabem.

O que a sociedade brasileira oferece em troca, pela manutenção desse patrimônio com biodiversidade incomparável e rica, com seres humanos incríveis, com uma fonte incalculável de riquezas minerais, petróleo e gás natural no subsolo e mais de 20% da disponibilidade de água doce do planeta? — perguntamos, lembrando o jornalista e poeta manaura Simão Pessoa.

Parodiemos Cecília Meirelles, não é isto, ou aquilo; mas isto e aquilo.

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