berthabecker.jpgA formação de cadeias tecnoprodutivas em biodiversidade, que viriam do centro da floresta, agregando valor gradativamente e atendendo, em etapas, desde a população local até as indústrias nas áreas urbanas. Esse é o eixo central da revolução que será capaz de salvar a Amazônia na visão da cientista Bertha Becker, professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

A geógrafa doutorada em Ciências estuda a Amazónia há 30 anos e especializou-se em falar sobre meio ambiente e desenvolvimento sustentável, tanto no que diz respeito à produção científica, quanto à elaboração de políticas públicas para estes sectores.

Vale a pena ler na íntegra a entrevista concedida à repórter Cristina Amorim, do jornal O Estado de São Paulo :  [ler]