Fauna


WASHINGTON (AFP) — As primeiras 30.000 páginas da Enciclopédia da Vida (EOL) na internet, um projeto sem precedentes que busca reunir 1,8 milhão de espécies vivas conhecidas, foram apresentadas oficialmente nesta quarta-feira.

Sinal de aparente sucesso do projeto, a página www.eol.org era inacessível na metade do dia.

Lançada em maio de 2007, esta enciclopédia dará livre acesso a todos os conhecimentos atuais sobre a biodiversidade terrestre. Com isso, pretende-se preservá-la melhor frente aos riscos apresentados pelo aquecimento global e a exploração por parte dos humanos.

A criação deste índice tornou-se possível graças aos recentes avanços tecnológicos nas ferramentas de busca e de visualização da informação alcançados nos últimos cinco anos, explicaram seus criadores.

Serão necessários ainda 10 anos para criar o conjunto das páginas digitais que conterão todas as espécies vivas catalogadas há 250 anos pelos cientistas.

Mas a Enciclopédia da Vida será constantemente atualizada para incluir as novas espécies identificadas ou extintas.

Este catálogo, que mostrará o conjunto da biodiversidade que engloba o mundo animal e vegetal, poderá ser estendido depois ao universo microbiano.

Ao reunir todas as informações conhecidas sobre as aproximadamente 1,8 milhão de espécies conhecidas, a enciclopédia dará aos cientistas um instrumento que permitirá, por exemplo, estabelecer mapas dos vetores responsáveis pelas doenças humanas, revelar os mistérios da longevidade ou tornar mais lenta a propagação de espécies invasoras, acrescentou.

Fonte: AFP

Scientists from Brazil, the USA and Venezuela have described a new species of doradid catfish with an unusual proboscoid mouth in the latest issue of the journal Copeia.

The new species, named Rhynchodoras castilloi, is described from the Apure River (part of the Orinoco River drainage) in Venzuela by José Birindelli, Mark Sabaj and Donald Taphorn.

There are two other species of Rhynchodoras: R. woodsi from the Essequibo and Amazon river drainages excluding the Xingu and Tocantins river drainages, and R. xingui from the Xingu and Tocantins river drainages.

Rhynchodoras castilloi (the species is named after Venezuela biologist Otto E. Castillo G.) differs from R. woodsi in having a simple gas bladder and punctate, abundant tubercles on the body, and from R. xingui in having all three tympanal scutes weakly developed, 34–36 (modally 35) midlateral scutes, and shallow anterior midlateral scutes with weakly developed dorsal and ventral laminae lacking distinct serrations along posterior margins.

All of the specimens of R. castilloi studied were collected by bottom trawling, suggesting that this is a species that inhabits only deep water.

The authors also consider Rhynchodoras to be closely related to Rhinodoras and Orinocodoras.

For more information, see the paper: Birindelli, JLO, MH Sabaj and DC Taphorn (2007) New species of Rhynchodoras from the Río Orinoco, Venezuela, with comments on the genus (Siluriformes: Doradidae). Copeia 2007, 672–684.

 

in  FishKeeping

28 August 2007
Magazine issue 2618

 

Fast-growing indigenous populations hunting for bushmeat inside national parks must be a huge threat to wildlife, right? Well, not necessarily. A study in Manu National Park, on the edge of the Amazon rainforest in Peru, has found “little or no evidence” that any of the most hunted species are in decline, despite a doubling of the numbers of the local Matsigenka tribe in the past two decades.

For years conservationists have warned that the thousand or so Matsigenka people living and hunting in Manu were taking too many birds and mammals, threatening the future of one of the world’s richest wildlife reserves. In fact, nature is more resilient than that, say ecologist Julia Ohl-Schacherer and colleagues from the University of East Anglia in the UK (Conservation Biology, DOI: 10.1111/j.1523-1739.2007.00759.x).

in New Scientist 

Recebi um email do Ben Wikley, da Avaaz. Dado o interesse em que o conteúdo se espalhe pelo maior número de pessoas possível, entendi por bem repassar aqui no blog. Creio não estar cometendo nenhuma inconfidência.

Geralmente os assuntos que afetam mais vidas não estão nas primeiras páginas dos jornais. Esse mês nós temos a oportunidade de fazer algo sobre um deles: a crise pesqueira global.

Pescadores de pequeno porte estão pegando cada vez menos peixes por causa da pesca predatória massiva de frotas de navios pesqueiros altamente equipados. A grande causa são os bilhões de dólares em subsídios dados a essas frotas pelos países ricos. O resultado é uma concorrência desleal na indústria pesqueira e o esgotamento da população de peixes á níveis assustadores.

Em setembro a Organização Mundial do Comércio(OMC) vai liberar um novo tratado de pesca global. Essa é a nossa chance de agir. Agora mesmo a OMC está consultando os Ministros das Relações Exteriores/Ministro de Negócios Estrangeiros para decidir essas regras. Apóie nossa campanha e enviee uma mensagem ao seu ministro, pedindo para ele apoiar um sistema pesqueiro justo e sustentável.

Clique neste link para ver um modelo ou escrever sua própria mensagem.

Um estudo recente descobriu que 90% dos peixes grandes como o atum e o peixe-espada já desapareceram. As grandes frotas comerciais dos países desenvolvidos não pescam só em alto mar mas também na costa dos países em desenvolvimento, literalmente roubando o sustento de comunidades pesqueiras que sobrevivem da pesca.

Na semana passada o Dr. Francis K. E. Nunoo, um cientista de Gana colheu o seguinte depoimento de um pescador local:

“Há dez anos atrás, durante o pico da temporada de pesca, eu enchia meu barco com um único lançamento da rede. Recentemente nós temos que lançar a rede 7 vezes antes de encher o mesmo barco. A situação está piorando a cada ano.”

A OMC é governada por seus 151 países membros, e temos membros da Avaaz em cada um desses países. Portanto se agirmos juntos vamos ter a incrível oportunidade de influenciar a nova regulamentação global de subsídios pesqueiros. A OMC estará elaborando essa proposta nas próximas semana, portanto precisamos espalhar essa mensagem rápido.

http://www.avaaz.org/po/make_fishing_fair/?cl=16451401

A crise da pesca é um exemplo de como o sistema de comércio internacional apresenta sérias desvantagens tanto para as populações de países em desenvolvimento como para o meio ambiente. Juntos podemos lutar por políticas e regulamentos que equilibrem o lucro econômico com um balanço sócio-ambiental justo.

Ajude a espalhar a mensagem

Com esperança,

Ben, Graziela, Ricken, Paul, Iain e toda a equipe Avaaz

 

P.S. – Para saber mais sobre o assunto, sugere-se que siga os links:

Pesca Predatória:
http://oceans.greenpeace.org/pt/nossos_oceanos/pesca_predat%
http://www.cutthebait.org (em Inglês)

Pesca Predatória no Brasil:
http://www.brasilcidadao.org.br/noticias/textos.asp?id=90
http://www.amazonia.org.br/noticias/noticia.cfm?id=131092

Proposta para eliminação de subsídios pesqueiros:
http://www.ipcdigital.com/ver_noticiaA.asp?descrIdioma=br&codNoticia=6939&codPagina=7219&codSecao=369
http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2007/03/05/materia.2007-03-05.4547179694/view

Espécie de rã do Brasil, a Dendrobates castaneoicus, foi roubada da Universidade de Oklahoma e está à venda
por Chico Araújo - BRASÍLIA

Uma espécie de rã do Brasil, a Dendrobates castaneoicus, roubada da Universidade de Oklahoma está sendo vendida na internet por criadores comerciais e amadores. A espécie, até então desconhecidas da ciência, foi descrita em 1990 pelos pesquisadores norte-americanos Janalee Paige Cladwell e Charles W. Myers. Eles participavam de um projeto de expedição científica em parceria com o Museu Paraense Emílio Goeldi.

Americam Museum
brazilnut.jpgA espécie, também chamada de rã-da-castanha, teve dois exemplares coletados – um na Cachoeira Juruá, no rio Xingu, e o outro na localidade de Taperinha, no Pará, distantes cerca de 300 quilômetros uma da outra. Com autorização do Ibama, os pesquisadores norte-americanos levaram répteis, anfíbios e outros animais vivos para os Estados Unidos para serem pesquisados.

O envio dos exemplares ocorreu em 1995, segundo o professor Garino Rinaldi Colli, da Universidade da Brasília (UnB), em depoimento à CPI da Biopirataria no dia 23 de fevereiro de 2005.

De acordo com Colli, os exemplares da fauna brasileira foram enviados para pesquisa na Universidade de Oklahoma. Uma das espécies, a rã-da-castanha (Dendrobates castaneoticus) fora descrita por Janalee Cladwell num trabalho intitulado A New Poison Frog from Amazoniam Brazil, with Further Revision of the quinquevittatus Group of Dendrobates. Cladwell fez experimentos de campo no Brasil sobre o comportamento de forrageamento da espécie. Para continuar seus estudos, a pesquisadora obteve licença do Ibama para levar aos EUA os animinais objetos da pesquisa.

Os estudos de Cladwell foram bem-sucedidos e publicados em um boletim da Universidade de Oklahoma. Mais tarde, a Universidade de Nebraska desenvolveu um software educativo para jovens mulheres e, em função do sucesso dessas atividades, o Zoológico de Oklahoma City decidiu exibir resultados da pesquisa. Com isso, os exemplares das rãs enviados aos EUA para fins de pesquisa foram exibidos ao público, e alguns deles, apurou a CPI da Biopirataria, foram roubados do zoológico.

Repasses indevidos

Durante os estudos nos EUA, exemplares de rã-da-castanha foram repassados indevidamente a várias instituições norte-americanas. Receberam as espécies o Memphis Zoo, o Mesker Park Zoo & Botanic Garden, Sedgwick County Zoo, Philadelphia Zoo, Omaha´s Henry, Doorly Zoo e Montegomery Zoo. Além do repasse indevido, a CPI descobriu que houve tentativa de exportação de alguns exemplares para a Holanda.

Após pressão do Ibama, os pesquisadores norte-americanos assumiram o compromisso de localizar e repatriar os exemplares de rã-da-castanha que ainda existisse naquele país. A tentativa, no entanto, não teve êxito. Estranhamente, os zoológicos que as receberam informaram que os animais (as rãs) morreram todos. As informações foram passadas por carta e não se investigou mais nada a respeito do assunto.

O relator da CPI, deputado Sarney Filho (PV-MA), solicitou providências da Polícia Federal (PF) para investigar o roubo. Para ele, o caso precisa ser apurado com urgência. “Houve um roubo e não se sabe se a destinação desse furto. É possível que ele tenha sido desviado para laboratórios, para outras fontes de pesquisa”. Sarney diz que o país precisa saber o que de fato aconteceu com as espécies roubadas do Zoológico de Oklahoma.

via Agência Amazônia 

MANAUS - Os pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA) alertam para um problema grave que está acontecendo no entorno da Reserva de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá (RDSM): a matança desordenada de botos.

Alguns animais foram encontrados mutilados por anzóis e redes de pesca. Segundo a pesquisadora do INPA e do projeto Boto (RDSM), Vera da Silva, a cena é triste, mas serve de alerta para as agressões que os golfinhos de água doce: boto- tucuxi, Sotalia fluviatilis, e o boto-vermelho ou cor-de-rosa, Inia geoffrensis, estão sofrendo.

A matança está acontecendo porque os animais servem de iscas para a pesca do peixe piracatinga, o qual é apreciado como alimento na Colômbia e encontrado em muitas partes da bacia do Amazonas, por exemplo, na área coberta pela RDSM.

A piracatinga é um peixe necrófago, ou seja, alimenta-se de cadáveres de animais aquáticos, por isso, ele não é consumido do lado brasileiro. Dessa forma, toda a pesca é exportada para o país vizinho por meio de barcos lotados com o peixe, além de outras espécies de peixe-liso.

Além da equipe do projeto Boto, existem outros técnicos e pesquisadores que fazem o monitoramento dentro da reserva. Eles detectaram os mesmos problemas nas proximidades de Mamirauá e em algumas localidades entre Coari e Tabatinga.

Às medidas para conter a situação, a pesquisadora afirmou que denunciou as ocorrências para o Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e está aguardando uma posição.

Projeto boto

Dedicado à pesquisa de duas espécies de golfinhos que ocorrem na bacia Amazônica – o Boto Inia geoffrensis e o Tucuxi Sotalia fluviatilis, o projeto com os golfinhos foi iniciado em 1993 pelos pesquisadores Vera da Silva (INPA) e Anthony Martin, do Conselho de Pesquisas do Ambiente Natural do Reino Unido (NERC). Desde a sua primeira expedição, em janeiro de 1992, o projeto vem crescendo a cada ano e atualmente possui uma base de pesquisa, voadeiras e a presença contínua no campo de pelo menos três pessoas.

Fonte: Inpa/C.R

Segundo organizações defensoras de animais, milhões de primatas são caçados a cada ano para o consumo humano, o que está levando muitas espécies à extinção, principalmente na América Latina.

Só as populações rurais da Amazônia brasileira consomem até 5,4 milhões de primatas por ano, mas os números nas Américas Central e do Sul juntas são muito superiores, indicam as organizações “Care for the Wild International” e “Pro Wildlife” em um relatório.

A reprodução lenta e a preferência por viver em pequenos grupos aumentam as ameaças sofridas por muitas espécies.~

“Prevemos outro aumento das atividades de caça no final da estação de chuvas, quando os animais estão em condições físicas magníficas”, disse Sandra Altherr da “Pro Wildlife”. Os métodos tradicionais de caça estão sendo substituídos cada vez mais por armas modernas, o que está aumentando a eficiência dos caçadores.

Segundo o relatório, em diferentes lugares da Amazônia a biomassa de grandes primatas caiu até 93,5%.

Fonte: Ambiente Brasil - LS

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Notícias relacionadas:

Comissão nacional busca definir metas contra extinção de espécies
[2006-12-12 04:02:00]

Só na Amazónia brasileira são consumidos 5,4 milhões por ano

A caça de primatas para consumo humano está a deixar várias espécies em risco de extinção na América Central e do Sul, avisa um relatório hoje divulgado por organizações de defesa dos animais, citado pela Lusa.

A associação britânica Care for the Wild International e a alemã Pró Wildlife alertaram hoje, no início da época de caça, para os graves perigos que ameaçam os primatas da América Latina.

Só as populações rurais da Amazónia brasileira consomem 5,4 milhões de macacos por ano.

Mas os números para a América Central e América do Sul são muito superiores.

Estes animais, que se reproduzem lentamente e apresentam baixa densidade populacional, estão a ter dificuldades em resistir às caçadas intensas.

«Enquanto os efeitos devastadores do comércio de carne de animais selvagens em África têm sido denunciados na comunicação social, a caça descontrolada de primatas na América tem sido ignorada», afirmou a directora executiva da Care for the Wild, Barbara Maas.

O comércio de carne de animais selvagens ameaça primatas de pelo menos 16 dos 22 países analisados no relatório.

Grandes espécies como o macaco-aranha, o macaco-barrigudo, o macaco-bugio e o macaco-capuchinho desapareceram já de várias regiões.

Os métodos de caça tradicionais estão a ser progressivamente substituídos por armas modernas.

Além da proliferação de armas modernas, o uso de outros equipamentos, como barcos a motor, carrinhas, lanternas e baterias aumentam a eficiência da caça, favorecendo a caça comercial em detrimento da de subsistência.

O relatório ilustra até que ponto uma forma de vida tradicional se pode tornar devastadora para os ecossistemas.

Em vários locais da Amazónia a presença de grandes primatas caiu cerca de 93,5 por cento, o que os cientistas consideram ser «fatal» não só para os animais, mas também para os ecossistemas florestais.

in Portugal Diário

mosca_carambola.jpg  por Corrêa Neto 

Dez anos depois da identificação da mosca-da-carambola no município de Oiapoque (AP), qual o grau de risco da praga se propagar em outros Estados brasileiros e ameaçar o comércio exportador de frutas? A resposta para esta e outras questões ligadas ao assunto faz parte do projeto Rede de Pesquisa em Apoio ao Programa de Erradicação da Mosca-da-Carambola, que a Embrapa Amapá vai coordenar nos próximos três anos.

O projeto recém-aprovado envolve especialistas de diversas unidades da Embrapa, universidades e institutos de pesquisas de Estados da região Norte e de Pernambuco, um importante pólo fruticultor do Brasil. As atividades começam em março deste e se entendem até 2010, quando será
lançado um livro sobre moscas-das-frutas na Amazônia.

O coordenador do projeto, Ricardo Adaime, pesquisador da Embrapa Amapá, explica que ao longo dos três anos do projeto serão ministradas palestras públicas sobre a mosca-da-carambola. Como se trata de uma rede regional haverá campanhas de educação fitossanitária nos Estados do Amapá, Pará, Acre, Amazonas, Maranhão, Rondônia, Roraima e Tocantins.

A sede do projeto é a Embrapa Amapá, onde serão realizados os principais trabalhos de pesquisa e transferência de tecnologia, mas também haverá atividades de pesquisa e ações preventivas à disseminação da praga nos demais Estados citados. O Ministério da Agricultura tem uma participação importante na Rede de Pesquisa em Apoio ao Programa de Erradicação da Mosca-da-Carambola. “Por intermédio do Departamento de Sanidade Vegetal, da Secretaria de Defesa Agropecuária, o Ministério vai integrar o Núcleo Estratégico do projeto e também podemos contar com o apoio das
Superintendências Federais de Agricultura nos Estados”, disse Adaime.

Os estudos fitossanitários, a divulgação e ações preventivas serão realizadas durante todo o período do projeto. Ainda este ano iniciam os estudos bioecológicos das moscas-das-frutas na Amazônia brasileira, coordenados por Ricardo Adaime. Ao mesmo tempo, outra equipe estará responsável pela identificação do potencial de introdução da mosca-da-carambola em outros Estados do Brasil e do risco da introdução de outras espécies de Bactrocera, trabalho sob a coordenação da pesquisadora Maria Regina Vilarinho de Oliveira, da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia.

No próximo ano serão iniciados os estudos dos impactos sócio-econômicos da dispersão da mosca-da-carambola sobre a fruticultura brasileira, a cargo da pesquisadora da Embrapa Amapá, Milza Barreto. De 2008 a 2010 o pesquisador Luiz Alexandre Nogueira de Sá, da Embrapa Meio Ambiente, vai liderar a ação referente à testagem das moléculas químicas para o controle da mosca-da-carambola, além da avaliação da possível resistência ao malatiom, inseticida empregado há 10 anos no combate ao inseto.

Instituições do projeto “Rede de Pesquisa em Apoio ao Programa de Erradicação da Mosca-da-Carambola”:

Embrapa Amapá
Instituto Biológico (APTA)
Embrapa Arroz e Feijão
Embrapa Amazônia Oriental
Embrapa Roraima
Universidade Federal de Pernambuco
Universidade Federal de Roraima
Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia
Embrapa Rondônia
Embrapa Mandioca e Fruticultura
Embrapa Semi-Árido
Embrapa Amazônia Ocidental
Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia
Universidade Federal da Grande Dourados
Embrapa Meio Ambiente
Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Amapá (IEPA)

Mais informações: Ricardo Adaime - adaime@cpafap.embrapa.br
Telefone: 96-3241-1551 ramal 213 / 9971-0089

via Corrêa Neto On Line

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